Idéias e Ideais

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quinta-feira, 19 de junho de 2025

Rali em Dakar

Quanto tempo nos resta

Não há como se saber

Na vida o que não presta

É ter medo de viver

 

Desafiando as dunas

Atravessando nevoeiros

Nas areias de Dakar

Poesia em movimento

 

Os motores trazem

O som de mil trovões

Tremer o chão eles fazem

Adrenalizam corações

 

As nuvens se abrindo

Dando ao sol passagem

O céu é tão lindo

Mas também pode ser miragem

 

Nascido pra acelerar

Minha vida é correr

Nascido pra acelerar

O medo nunca vai me vencer

O Sangue é o Preço da Liberdade

 

Nós os piratas não temos

Nada além do mar

Lutar é o que sabemos

Nascemos pra conquistar

 

Nossa história escrevemos

Nas ondas revoltas do mar

Coragem no peito trazemos

E o brilho do ouro no olhar

 

Somos amantes do mar

Da escada ao leme

Do vento a vela

Nosso tesouro é uma garrafa de rum

E a prostituta mais bela

 

Nós os piratas não temos

Família, piedade, nem lar

Coragem no peito trazemos

Nascemos pra conquistar

 

Lutar é o que sabemos

Nas ondas revoltas do mar

Somente o Cracken tememos

Temos que confessar

 

Somos amantes do mar

Da escada ao leme

Do vento a vela

Nosso tesouro é uma garrafa de rum

E a prostituta mais bela

 

Entre faíscas e trovões

Navegando contra a tempestade

Todos aos malditos canhões

O sangue é o preço da liberdade

 

Somos amantes do mar

Da escada ao leme

Do vento a vela

Nosso tesouro é uma garrafa de rum

E a prostituta mais bela

O Lápis e a Sulfite

Essa é uma estória

Entre um lápis e uma sulfite

Ele com sua ponta grossa

Ela macia em sua superfície

 

Quando ele a conheceu

Ela ainda era virgem

Tinha a alvura em sua estrutura

e um eucalipto por origem

 

Foram tantas frases feitas, repletas de poesia

Enquanto ele a tocava

Feliz ela sabia

Que agora mais nada os separaria

 

Mesmo hoje envelhecida

Esquecida numa escrivaninha

Ela ainda guarda as marcas

Do grande amor de sua vida

 

Ele escreveu seu nome em tantas

Mas todas elas foram esquecidas

Só ela o levará consigo

Quando chegar a hora da despedida 

Sobre Mulheres e Malte

 

Ela vive de bar em bar

Promessas de pecado sem fim

No corpo a cor do malte a dourar

Garota não me maltrate assim

 

Ela é leviana

Ela é leviana

Mas dela eu sempre to afim

 

Ela é leviana

Ela é insana

E a noite toda é pouca pra mim

 

No verão ela é uma loucura

E fica uma delícia suada

Por ela minha boca procura

Sem ela fica fraca a balada

 

Ela é leviana

E não há só uma semana

Que dela eu não fique afim

 

Ela é leviana

Levemente insana

E a noite toda é pouca pra mim

 

Que na vida nunca me falte

Mulheres e milhares de malte

Que na vida nunca me falte

Mulheres

 

Ela é leviana

Levemente insana

Mas dela eu sempre to afim

 

Ela é leviana

Ela [é leviana

E a noite toda é pouca pra mim

 

Que na vida nunca me falte

Mulheres e milhares de malte

Que na vida nunca me falte

Mulheres, mulheres e malte

Lavínia Delirante

 

Instrumental

Solo de guitarra de: Pedro Pimentel 

Cinco Garrafas Depois

 

Cinco Garrafas Depois 


O que te fez tão insensível assim

Ao ponto de não se importar

Com os rios e mares a poluir

Trocando o verde pelo cinza no olhar

 

Há ainda quem duvide

Da estupidez humana

Há ainda quem acredite

Que a Terra é plana

 

O mundo todo na mão de imbecis

O homem vê, mas não enxerga

Ao degradar o meio em que vive

Destrói aos poucos também com o que lhe preserva

 

Há quem ainda duvide

Da estupidez humana

Há ainda quem acredite

Que a Terra é plana

 

As vezes eu ainda me iludo

Achando que vai melhorar a situação

Baby baby baby, vamos esquecer de tudo

Essa noite é seu meu coração

 

Há muito o meu olhar

O meu olhar definho

Nas mulheres, nas cartas

Nas garrafas de vinho

 

Há muito o meu olhar

O meu olhar definho

Nas mulheres, nas várias e várias

Garrafas de vinho

 

Infeliz de quem não percebe

Aquele que se vende

Vale menos que recebe

 

O coração inabalável na justiça

Recusa se render a corrupção 

Dias em Nitescência

Não mais a sua ausência

Dias de paz

Dias em nitescência

 

Dias de paz

Não mais a sua ausência

Dias de paz

Em minha existência

 

Desde que eu a vi

Das outras fiz abstinência

E me descobri

Perdido em sua freqüência

 

Desde que eu a vi

Senti fluir de forma intensa

Toda magia

Que emana da sua presença

 

Seu olhar sempre sedutor

É tão sexy e traiçoeiro

Depois que provei o sabor

De seus beijos fui prisioneiro

Condenado pelo voraz desejo

Em querer ter você o tempo inteiro

 

Dias de paz

Não mais a sua ausência

Dias de paz

Em minha existênciaescencia-12" title="Dias em Nitescência" target="_blank" style="color: #cccccc; text-decoration: none;">Dias em Nitescência</a></div>